Comunicado sobre o conflito no médio oriente

Jun 20, 2024 | Notícia | 0 comments

O secretário-geral das Nações Unidas (ONU), António Guterres, defendeu num debate no Conselho de Segurança sobre a situação no Médio Oriente e a poucas horas de ser votada a adesão plena da Palestina à ONU, dia 9 de Maio, pela enésima vez, o “fim da ocupação” de Gaza e o “estabelecimento de um Estado Palestiniano totalmente independente”, frisando que a comunidade internacional tem a “responsabilidade e a obrigação moral de ajudar” nesse sentido.

O governo de Israel, em retaliação pelo lançamento de misseis e invasão pelo Hamas no sul de Israel, que fez centenas de vítimas civis e reféns israelitas, a 7 e Outubro, lançou um ataque de retaliação na Faixa de Gaza, que dura até hoje, e que, a pretexto de destruir quem os atacou, acaba por dizimar o território e vitimar toda a população de uma forma indiscriminada – incluindo crianças, mulheres e homens inocentes, funcionários da ONU e outras agências humanitárias, jornalistas.

Esta ofensiva israelita na Faixa de Gaza, sem respeito por hospitais e campos de refugiados, e pelo direito internacional, já terá provocado nesta data pelo menos a morte a mais de 37.000 palestinianos, segundo as últimas informações, e feriu cerca de 85.000 pessoas.

O mundo não pode ficar indiferente a ver pela televisão o genocídio do povo palestiniano residente em Gaza por parte das forças israelitas.

Como António Guterres afirmou, a comunidade internacional tem a “responsabilidade e a obrigação moral de ajudar” a pôr termo ao conflito.

Nesse sentido, têm-se levantado muitos países e sobretudo muitos cidadãos, incluindo em Israel, que, através de manifestações, abaixo-assinados e outros protestos, fazem saber ao governo israelita, aos seus aliados e ao mundo que a guerra tem de acabar, que as negociações têm de levar a resultados positivos, que a população de Gaza tem direito à vida num Estado soberano.

A Associação Tito de Morais (ATM) junta-se a esse coro de protestos, consciente de que todos não somos de mais para exigir a paz e a solução de dois estados independentes.

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